quinta-feira, janeiro 06, 2005

coro



cantos
silêncios de um azul de azálea
percorrem veias
inundam sepulturas
nas almas
nas peculiares cavidades
onde se escondem
o passado e a eternidade

2 comentários:

v disse...

O azul. Sempre o azul. O eterno azul.
Identifico-me.

Inês Costa disse...

caro R.E. :p antes de mais, gostei mt do blog. Desconfio que vai ter sucesso. Esperemos que sim! Tens talento, sem dúvida alguma. Gostei especialmente deste poema. Continua a 'bloggar', sobretudo quando estiveres mais cansado do estudo! bj